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BNDES desperdiçou R$ 18 bi em JBS Friboi e empresas eleitas, diz Estadão

Editorial publicado hoje no jornal O Estado de S.Paulo afirma que o BNDES fracassou na tentativa de promover a economia brasileira a partir de linhas de crédito – que beiravam a filantropia – disponíveis para algumas poucas empresas eleitas, entre elas o JBS Friboi.
A boa notícia é que o BNDES finalmente vai abandonar essa política. “Sem reconhecer o fracasso, o presidente do banco, Luciano Coutinho prefere apresentar como concluída ‘a promoção de competitivade de grandes empresas de expressão internacional”.
Esta política bastante questionável do governo federal começou no governo Lula, há seis meses, quando o Palácio do Planalto começou a incentivar fusões e aquisições de empresas menores por parte de outras maiores, as favoritas e escolhidas pelo governo. “Apesar de todos esses erros, a política poderia ser defensável como conceito. Mas nada se salva, nessa história de equívocos e desperdícios”.

Veja o editorial:
Hora de revisão no BNDES
Depois de aplicar R$ 18 bilhões em grupos selecionados para serem campeões do mercado, com muito desperdício e nenhuma contribuição ao progresso do País, o BNDES vai finalmente abandonar essa política. Sem reconhecer o fracasso, o presidente do banco, economista Luciano Coutinho, prefere apresentar como concluída “a promoção da competitividade de grandes empresas de expressão internacional”. Essa orientação, disse ele ao Estado, “tinha méritos” e chegou “até onde podia”. A explicação da mudança de rumo é tão discutível quanto foi a política iniciada há seis anos, quando a instituição começou a incentivar fusões, aquisições de empresas e programas de expansão internacional de companhias favoritas do governo.
Segundo o presidente do BNDES, poucos setores têm potencial para projetar empresas como líderes internacionais. Sua lista inclui siderúrgicas, frigoríficos, petroquímicas e indústrias de celulose, cimento e suco de laranja. “Não enxergo outros com o mesmo potencial”, disse ele na entrevista. Seu julgamento equivale, portanto, a uma condenação de um enorme número de indústrias como incapazes de batalhar por fatias significativas do mercado global.
Se essa opinião for correta, a Embraer está destinada ao fracasso, apesar de seu atual sucesso em segmentos importantes do mercado. Fabricantes de máquinas, veículos e outros equipamentos estão igualmente iludidos, se ainda esperam algum sucesso internacional, assim como os produtores de tecidos, roupas e sapatos. Melhor seria fechar suas instalações e cuidar de algo mais promissor. Além do mais, por que o próprio BNDESPar, o ramo de investimentos do banco, ainda se interessa, como disse Coutinho, por setores como o farmacêutico, de informação e de bens de capital?
A política do BNDES foi errada tanto na formulação conceitual quanto na seleção dos beneficiários efetivos de sua política. Alguns grupos eleitos para ser vencedores atolaram-se em problemas financeiros. Marfrig e LBR (Lácteos Brasil) são apenas dois exemplos. Sem pôr em dúvida as motivações de cada operação, é impossível, no entanto, deixar de apontar graves falhas na avaliação de cada negócio apoiado pelo programa. Em fevereiro deste ano o BNDESPar confirmou a baixa contábil de R$ 657 milhões relativos à sua participação na LBR. O banco contribuiu com R$ 700 milhões para a criação da gigante do setor de leite, em 2011, passando a deter 30,28% de seu capital.
Alguns erros de julgamento custaram centenas de milhões ao sistema BNDES. A imprensa ajudou a evitar um dos enganos mais grotescos, quando o BNDES chegou a um passo de se envolver na tentativa de compra do Carrefour pelo Pão de Açúcar. Seria uma trapalhada enorme, porque os sócios franceses do Pão de Açúcar certamente contestariam o negócio com a rede concorrente. Evitou-se na última hora um vexame de proporções incomuns.
Apesar de todos esses erros, a política poderia ser defensável como conceito. Mas nada se salva, nessa história de equívocos e desperdícios. A política seguida por seis anos foi indigente do ponto de vista estratégico. Sua contribuição para elevar a eficiência e o poder de competição da economia brasileira foi nula – ou negativa, quando se considera o mau uso de recursos. Nenhum obstáculo estrutural ao crescimento e à modernização das empresas foi removido. Os dirigentes do banco desprezaram o julgamento da maior parte dos empresários sobre as possibilidades de cada empresa e de cada setor. Assumiram uma visão estática, sem levar em conta a criatividade e a capacidade de transformação das companhias privadas. Não se pode, no entanto, falar de incoerência.
A má política do BNDES foi um perfeito complemento da indigência estratégica e gerencial do governo da União, incapaz de promover investimentos indispensáveis na infraestrutura, de melhorar os gastos públicos, de remover entraves ao desenvolvimento – tributários e outros – e de buscar os acordos comerciais necessários à abertura de mercados para os produtores nacionais.

Volkswagen coloca 8 mil funcionários em férias coletivas na fábrica do ABC

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que cerca de 8 mil funcionários da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) entraram em férias coletivas nesta segunda-feira (4). Por meio de nota, a montadora confirmou o uso da ferramenta de flexibilização para “adequar o volume de produção à demanda do mercado”, mas não forneceu mais detalhes da manobra.
De acordo com o sindicato, a linha de produção da unidade, que tem 13 mil funcionários, ficará parada por dez dias.
Na região do ABC, outras duas grandes montadoras adotaram a flexibilização para diminuir a produção. Segundo o sindicato, desde fevereiro a Ford colocou 424 metalúrgicos em banco de horas. Na Mercedes-Benz, após greve de cinco dias, 500 demissões foram suspensas e foi prorrogado o layoff (suspensão temporária dos contratos) até 15 junho.
Além disso, foi aberto um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV). De acordo com a Mercedes, aproximadamente 750 trabalhadores estão no layoff na montadora.
O último balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revela que o setor registra queda de 16,2% no acumulado do primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar do resultado negativo na comparação anual, o setor registrou alta de 22,9% entre fevereiro e março. Os cinco dias úteis a mais de março ajudam a explicar a elevação.
A Ford foi procurada para comentar os dados apresentados pelo sindicato, mas não houve retorno até a publicação da matéria.

MALUF TEM CARTEIRA FURTADA AO VISITAR A SEDE DO PT

O que era para ser uma simples visita de cortesia acabou virando caso de polícia na tarde de hoje na capital do país.
O fato ocorreu quando o deputado Paulo Maluf, membro da base governista, saia de uma breve visita à sede do Partidos dos Trabalhadores e se deu conta de que teve sua carteira surrupiada.
“Já ia chegando no carro, quando fui pegar a carteira para dar um dinheiro ao flanelinha que estava vigiando meu carro e notei que minha carteira havia sumido”, diz o parlamentar.
Maluf disse que chegou a ver de relance algo semelhante a um trombadinha trajando uma camisa da CUT pulando o muro de trás da sede da agremiação.
“Ainda tentei correr atrás dele, mas o cara foi mais rápido”, lamenta.
Apesar do ocorrido, Maluf descartou a possibilidade de prestar queixa na delegacia.
“Sou aliado do governo Dilma, mas não sou maluco. Se eu for na delegacia, tenho grandes chances de ficar preso”, brincou.

"Não há mais recursos", diz ministro sobre reabrir inscrições do FiesCOMENTE

Sem dinheiro para novos contratos do Fies, o Ministério da Educação disse que vai recorrer da decisão da Justiça de Mato Grosso, que mandou reabrir as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil.
O ministro da Educação foi categórico, o dinheiro para novos contratos do Fies acabou e, por isso, o MEC não vai reabrir as inscrições.
“Não adianta reabrir porque não há mais recursos. Porém, de qualquer forma, é preciso ver qual é o teor da decisão e qual o tipo de resposta que nós podemos dar a ela”, disse Renato Janine Ribeiro.
A determinação para que as inscrições fossem reabertas foi da Justiça Federal, em Mato Grosso, a partir de reclamações de estudantes que, por conta de problemas no sistema informatizado, não conseguiram se inscrever para o financiamento estudantil.
O MEC já foi notificado da decisão da Justiça e tem cinco dias para recorrer. É o que a Advocacia Geral da União vai fazer, a partir de agora, o primeiro passo é pedir mais esclarecimentos sobre a decisão. A multa que foi estipulada pelo juiz, de R$ 20 mil a cada dia que o sistema não for reaberto, só será cobrada se o governo perder a ação.
O MEC recebeu, até 30 de abril, 252.447 inscrições para novos contratos. O valor total foi de R$ 2,5 bilhões. Os cursos mais procurados foram Engenharia, Direito e Enfermagem. No primeiro semestre do ano passado, o número de contratos novos do Fies foi de cerca de 480 mil, 90% mais que este ano.
Agora, com a necessidade do governo de reduzir gastos e ainda sem definição dos cortes no orçamento, o ministro diz que não sabe como ficará o financiamento daqui pra frente. “Não posso afirmar, nesse momento, se e qual vai ser o montante de recursos para uma segunda edição neste ano”, disse Renato Janine.

DE ZOOLÓGICO PARA AP DE 6 MILHÕES DE REAIS!!!

COMO PODE DE UM SIMPLES FUNCIONÁRIO SE TORNAR MEGA EMPRESÁRIO? 
“Lulinha mora em um prédio de luxo, localizado numa das áreas mais nobres de São Paulo, cujos apartamentos são avaliados em 6 milhões de reais.”
É o que diz, de passagem, a matéria-bomba da VEJAdeste fim de semana (não confundir com a edição antiga da capa ao lado) sobre as relações promíscuas de Lula.
O apartamento, assim como a casa de campo do pai, está no nome de Jonas Suassuna, sócio de Lulinha.
No post “A elite vermelha: depois do Lulinha, o sobrinho do Lula“, resumi a história de cada ‘Lula’.
Reproduzo a do filho do ex-presidente para lembrar como ele saiu do zoológico para o apê de 6 milhões:
Fábio Luís Lula da Silva era, nas palavras de Jair Bolsonaro, “limpador de estrume de elefante no Zoológico de São Paulo”. Até os 28 anos, ganhava R$ 600. Mas a maré mudou.
Menos de um ano após a posse do pai em 2002, Lulinha virou sócio de uma produtora especializada em jogos, a Gamecorp, que, com capital de apenas 100.000 reais, conseguiu vender parte de suas ações à Telemar, a então maior empresa de telefonia do país, por 5,2 milhões de reais. Em 2006, a Telemar injetou outros R$ 10 milhões na Gamecorp como antecipação de compra de comerciais na Play TV, antigo Canal 21, arrendado por 10 anos à empresa de Lulinha pela Rede Bandeirantes para seis horas de programação diária.
Como a Telemar tinha capital público e era uma concessionária de serviço público, a sociedade com o filho do presidente sempre causou estranheza. O objetivo mais óbvio seria comprar o acesso que ele tinha a altas figuras da República. Sim: Lulinha foi acionado para defender interesses maiores da Telemar junto ao governo do pai. Em especial, em setores em que se estudava uma mudança na Lei Geral das Telecomunicações, que impedia a compra da Brasil Telecom. No fim de 2008, veio a “coincidência”: a lei foi alterada por decreto de Lula, e a Telemar formou com a Brasil Telecom um império de telecomunicações.
Lulinha está rico.

Cuba passa a perna e leiloa porto feito com dinheiro do povo brasileiro para EUA e Rússia

Inacreditável mundo das lulavilhas>>>
Atualização: O caquético megalomaníaco Fidel e seu irmão Raul, igualmente psicopata, tarado por poder e dinheiro estão fazendo a festa com o porto Mariel, construído com dinheiro do povo brasileiro, servindo a gregos e troianos, ou seja, tanto aos norte-americanos quanto aos russos, coreanos do norte, ditadores da áfrica, bolivarianos da américa do sul e as Farcs, (Reveja aqui)já que o dito cujo porto é usado como rota segura para o tráfico internacional de drogas, armas e até para o tráfico de pessoas e de órgãos humanos. Tudo o que passa por ali rende uma grana pesada aos irmãos comunistas e aos bandidos com quem eles fazem negócios. Nos perguntamos: quanto estão levando os bolivarianistas brasileiros com todos esses negocios escusos? Dever ser muito! Desta forma, fica fácil enriquecer, ou seja, usando o dinheiro do povo brasileiro para coisas que beneficiarão ilegalmente os novos-velho ditadores da corrupção e a ninguém mais.
O governo do Brasil fez papel de bobo no Caribe, com o ‘aliado’ governo cubano. Bancou, via BNDES, e inclusive com *mais de R$ 1 bilhão a fundo perdido, a construção do Porto de Mariel, com a esperada reabertura comercial e fim do embargo americano ao País de Fidel.
Mas quem vai faturar bonito são Estados Unidos e Rússia. Depois de os EUA fazerem oferta pela operação da área, agora foi o presidente russo, Vladimir Putin, quem avisou a Raúl Castro que pretende a área. Para isso, Putin perdoou dívida de US$ 35 bilhões dos cubanos. A revelação é do jornalista Marcelo Rech, de Brasília, editor do site InfoRel
As negociações para o perdão da dívida duraram 20 anos. Putin ainda avisou aos Castro que vai reinvestir em US$ 2,6 bilhões em Cuba – principalmente direcionados a Mariel. Putin correu para Cuba um mês depois de os americanos fazerem a oferta de operação do porto. Recomeçou, assim, uma nova ‘guerra fria’ entre EUA e Rússia.
CADÊ?
A presidente Dilma investe no discurso de que mais de 300 empresas brasileiras vão ser beneficiadas com o porto de Mariel, mas não há lista e ninguém sabe quais são. (Fonte: UOL/BLOGS)

Uma mulher de 47 anos morreu no domingo (26) ao lado de um pronto-socorro em Monte Alto(SP) depois de desmaiar e de uma espera de 40 minutos por atendimento, segundo familiares. Eles alegam que Edna Cristina Ribão Soares de Lima teve atendimento imediato negado pela equipe da unidade de saúde, a menos de 50 metros de onde ela caiu, sob a justificativa de que era necessária a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Um vídeo mostra a mulher desmaiada sem receber auxílio médico, apesar de estar perto do PS, além de um suposto enfermeiro que passou próximo, mas não fez nada.
O enfermeiro-chefe do Samu no município, Wagner de Oliveira, nega a alegação de que a ambulância demorou. Ele confirmou que sua equipe apareceu três minutos após o chamado e que, em mais seis minutos, a paciente tinha sido levada à unidade. O responsável mostrou à reportagem da EPTV um relatório de atendimento em que registra os horários citados.
A Secretaria Municipal de Saúde defendeu a presteza no trabalho do Samu, mas confirmou que vai apurar a postura do enfermeiro visto na rua, perto da paciente.
Na volta, no entanto, ela foi encontrada desmaiada na rua, ao lado de um caminhão, a menos de 50 metros do PS, disse o trabalhador rural José Roberto Feitosa da Silva, genro de Edna. “Entrei em desespero. Peguei no pulso dela, ela ainda estava respirando, tentei ajudar, mas ninguém me ajudou”, afirmou.Família reclama de descaso
Familiares relatam que, na manhã do domingo, Edna tinha acabado de deixar o Pronto-Socorro Doutor Adauto Freire de Andrade, onde sua filha grávida estava prestes a entrar em trabalho de parto, para fazer compras em um supermercado.
De acordo com ele, além da tentativa frustrada de conseguir com que alguém do pronto-socorro o ajudasse, o Samu demorou 40 minutos a comparecer. Um vídeo gravado por um morador mostra algumas pessoas em volta da mulher desfalecida na sarjeta.
Um homem, vestindo uma camiseta branca e que aparentava ser um enfermeiro do PS, passou pelo local e chegou a pegar a bolsa da paciente, mas a devolveu, relatou o genro de Edna. “Ela estava perdendo os pulsos aos poucos, mas estava viva. Se tivesse alguém para socorrer, ela poderia estar aqui ou estar morta também, mas podiam tê-la ajudado. O socorro demorou muito. Já fazia tempo que ela estava ali.”
A ambulância chegou a levar a paciente, mas, segundo os familiares, não houve tempo para mais nada e a equipe médica registrou morte súbita. Para o borracheiro Keison Soares de Lima, filho de Edna, a falta de atenção adequada foi determinante para a morte de sua mãe.
"Como o hospital não sabe que tinha alguém doente, se o próprio enfermeiro traz a bolsa para ela? O próprio enfermeiro falou para todo mundo ali que tinha que esperar a ambulância. A meu ver, não se pode mexer [em paciente] em caso de acidente. Ela só tinha caído ali. Se alguém tivesse chegado antes acho que minha mãe ainda estaria viva", afirmou.

Meu filho pode perder o ano, mas professores não devem se calar, diz mãe

O filho de 14 anos da promotora de eventos Viviane Domingues, 33, está sem ir à escola desde o começo da semana por causa da greve dos professores da rede estadual do Paraná. No começo do ano, ele passou um mês sem aula também por causa de uma paralisação dos docentes. Apesar disso, Viviane diz apoiar a mobilização.
"É lamentável ver meu filho sem estudar, mas ele pode perder o ano desde que o professores não se calem", afirma a mãe. Ela estava na quarta-feira (29) no local onde houve um confronto entre a Polícia Militar e professores, no Centro Cívico, em Curitiba, que ela descreve como "massacre". "Sinto muito pelo meu filho, mas é por uma boa causa", diz.
No último sábado (25), os professores da rede estadual de ensino decidiram em assembleia decretar greve em protesto contra o projeto de lei do governo do Paraná que altera a previdência dos servidores públicos. A matéria foi aprovada pelos deputados estaduais na quarta-feira e segue para sanção do governador Beto Richa (PSDB).
Entre janeiro e março deste ano, a categoria paralisou as atividades por quase um mês para reivindicar o pagamento de promoções e progressões de carreira.
O pipoqueiro Josué Moraes, 31, estava trabalhando perto da Assembleia Legislativa quando se viu no meio do embate de quarta-feira. "Eu pensei que ia morrer. Meus olhos ardiam. O que eles fizeram foi uma barbaridade. Os professores não tinham arma", diz.
O filho de Moraes estuda na rede pública. "Estou 100% com eles [os professores]. Eles têm de lutar pelos direitos deles", declara.

Redes sociais “de luto” depois do confronto

As redes sociais estão tomadas com fotos de pessoas vestindo preto. São estudantes, professores e também representantes das mais diversas categorias de trabalhadores que dizem estar “de luto” depois do confronto entre manifestantes e policiais militares que deixou mais de 200 feridos no Centro Cívico, em Curitiba.
No Colégio Marista, em Curitiba, cada professor recebeu uma rosa branca, simbolizando a paz. Os alunos declararam o quanto estão tristes por todos os acontecimentos nos protestos desta semana. 

Isenção de visto depende de autoridades brasileiras, diz embaixadora dos EUA

A embaixadora americana no Brasil, Liliana Ayalde, afirmou que a isenção de vistos para brasileiros é um tema que voltou a ser discutido bilateralmente. No entanto, alguns pontos da discussão - como a necessidade de troca de informações prévia de passageiros e a interação entre os dois sistemas de controle de imigração dos países -, exigida pelos Estados Unidos, dependem de uma posição do governo brasileiro.
"Vamos ver o que o governo brasileiro apresenta. Estamos prontos para falar. Temos feito programas com outros governos e estamos prontos para fazer algum projeto piloto [com o Brasil]. Mas vai depender das autoridades brasileiras", afirmou a embaixadora. "Falou-se muito no tema da isenção de vistos, mas ficou um pouco 'in box' por falta de uma decisão política", completou.
Liliana afirmou que um dos requisitos para que os brasileiros sejam isentos de vistos - que é ter 96% de concessão dos pedidos feitos por cidadãos daqui - já foi atingido pelo Brasil. "Não passa de mito o medo que uma pessoa tem de que não conseguirá visto."
Além disso, a embaixadora considera que o processo de concessão das autorizações para a entrada nos EUA avançou significativamente por causa da descentralização do atendimento, antes exclusivo aos consulados e à embaixada americana. "Há dois, três anos o processo era lento e poderia demorar 140 dias desde a solicitação até a entrega. Nesse momento, são dez dias no máximo", concluiu.

Deputada quer acabar com auxílio-reclusão e criar benefício para vítimas de crimes

O Projeto de Emenda a Constituição, (PEC) 304/13, de autoria da deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) extingue auxílio a criminosos, caso do auxílio reclusão, e cria benefício para vítimas e familiares de vítimas de crimes no valor de um salário mínimo por mês.
Em suma o projeto visa inverter a atenção prestada pelo Estado, mudar o foco, que atualmente é somente para criminosos, que além de cometerem crimes ainda tem direito a um auxílio financeiro para sua família enquanto estiver preso. A deputada argumenta que se é pra ajudar, que seja as vítimas e não os bandidos. O projeto está em tramitação na câmara. (para ter mais informações sobre este projeto, acesse o site da Câmara)
Auxílio aos dependentes de criminosos
Em vigor atualmente, o auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes de trabalhadores que contribuem para a Previdência Social. É pago enquanto o segurado estiver preso sob regime fechado ou semiaberto e não receba qualquer remuneração.
O cálculo do benefício é feito com base na média dos salários-de-contribuição do preso, e só é concedido quando esse salário for igual ou inferior a R$ 971,78, em atendimento ao preceito constitucional de assegurar o benefício apenas para quem tiver baixa renda.
Inversão de valoresRealmente é um absurdo a inversão de valores que ocorre nesse país. Direitos humanos que dispõe sua atenção quase que exclusivamente para criminosos. Enquanto isso, alguns poucos políticos que ainda não foram corrompidos pelo câncer da corrupção tentam mudar essa realidade, por outro lado, outros querem tornar o país ainda mais perfeito para bandidos atuarem e empreenderem seus negócios criminosos. Acompanhe abaixo alguns projetos que beneficiam diretamente bandidos.

R$ 10 bilhões do FGTS devem socorrer o BNDES

A operação tem sido conduzida pessoalmente pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que pertence ao conselho do BNDES
O governo Dilma Rousseff pretende estruturar uma operação bilionária e polêmica. Nada menos do que R$ 10 bilhões do fundo criado com uma fatia de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) devem ser aportados no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
A operação tem sido conduzida pessoalmente pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que também pertence ao conselho de administração do BNDES, e pelo presidente do banco de fomento, Luciano Coutinho. Ambos, Levy e Coutinho, têm buscado integrantes do comitê de investimento do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) nos últimos dias para defender o aporte de dinheiro do fundo ao banco.
acabar com os repasses do Tesouro Nacional ao BNDES, como forma de melhorar a transparência das contas públicas e, principalmente, atingir a meta fiscal deste ano. Mas, diante da falta de crédito privado na proporção demandada pelo mercado, o papel do BNDES continua importante, dentro da lógica do Ministério da Fazenda.
A saída para reforçar o capital do banco sem, no entanto, envolver dinheiro do Tesouro foi buscar o FI-FGTS - fundo que foi criado com o objetivo de ser uma alternativa a bancos públicos e privados no financiamento de projetos de infraestrutura.
Em 2008, mesmo ano em que os repasses bilionários do Tesouro ao BNDES começaram, o FGTS já tinha contribuído para reforçar o caixa do banco, com um repasse de R$ 7 bilhões em debêntures (títulos de dívida de longo prazo). Atualmente, a dívida do BNDES com o fundo está em R$ 4,7 bilhões, o equivalente a 15% do patrimônio líquido do FI-FGTS.
A operação que está sendo preparada agora por Levy e Coutinho e que envolverá R$ 10 bilhões do FI-FGTS tem sido feita por meio de conversas informais. O assunto está na pauta da próxima reunião do comitê, marcada para a quarta-feira da semana que vem.
Membros do comitê que decide os aportes do fundo criticam a proposta. "Dar dinheiro para cobrir o rombo do BNDES? O Tesouro não pode mais fazer isso e agora quer colocar na conta dos trabalhadores?", afirmou um deles ao Estado, sob condição de anonimato.
O FI-FGTS teve no ano passado mais de R$ 10 bilhões em caixa para investir em projetos de infraestrutura. Porém, teve de reduzir o apetite por conta do risco crescente das empreiteiras, com os desdobramentos da Operação Lava Jato, que apura esquema de corrupção na Petrobras.
A lei que criou o fundo, em 2007, permite que a Caixa proponha ao conselho curador do FGTS (composto por representantes do governo, dos trabalhadores e dos patrões) a aplicação de mais dinheiro no FI-FGTS até atingir o limite de 80% do patrimônio líquido do FGTS - atualmente em R$ 75 bilhões, segundo último dado disponível. Até o momento, o conselho curador do FGTS autorizou o repasse ao FI-FGTS de R$ 29,3 bilhões e o reinvestimento de R$ 7,4 bilhões.
Procurada, a Caixa afirmou que o regulamento do FI-FGTS impõe "caráter absolutamente confidencial" a todos os documentos e assuntos analisados nas reuniões do comitê de investimento. A revisão dessa condição, segundo o banco estatal, está no momento em discussão no conselho curador do FGTS. Sobre a operação com o BNDES, a Caixa informou que as debêntures emitidas em 2008 "vêm atendendo integralmente as condições inicialmente estabelecidas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONFIRMADO!!! Dilma não fará pronunciamento no dia do trabalho

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-desiste-de-pronunciamento-na-tv-no-1-de-maio,1677052
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Confirmado Dilma não fará pronunciamento no dia do trabalho, por receio de protestos por parte da população.
Apoiada pela assessoria, depois de 5 anos se pronunciando ficará quietinha.   
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Romário desponta como candidato a prefeito do Rio

Ex-jogador dissolveu diretórios do PSB e larga na frente como principal nome para prefeitura do Rio em 2016

Rio - O senador Romário Farias (PSB-RJ) decidiu pavimentar o caminho rumo à Prefeitura do Rio, na disputa do ano que vem. Depois de assumir a presidência do PSB no estado, o ‘Baixinho’ vai promover a dissolução geral dos diretórios municipais em todo o Rio e garantir, com isso, o controle da legenda nas negociações de apoio eleitoral. A decisão ainda precisa ser comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).
A medida, porém, não agradou a cúpula da sigla. No ano passado, a reboque das feridas causadas pelo apoio ao tucano Aécio Neves no segundo turno das eleições, a direção nacional destituiu o então presidente regional, o deputado federal Glauber Braga (RJ).
Depois de conquistar quase cinco milhões de votos, Romário acabou no comando do partido no Rio. “Ele foi nomeado, mas não estamos de acordo com a destituição dos diretórios”, afirmou Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB.
Para Romário, no entanto, o total de votos da legenda nas últimas três eleições constata “a decadência” do partido. Até 2014, o PSB do Rio tinha três deputados federais e três estaduais. No ano passado, elegeu apenas um representante fluminense para a Câmara e outro para a Assembleia Legislativa (Alerj).
Roberto Amaral, o ex-presidente nacional da sigla e, hoje assessor parlamentar na Alerj, como mostrou O DIA semana passada, classifica de golpista e covarde a medida e acusa a Executiva de usar o Baixinho para “destruir a esquerda no Rio”. “A dissolução ilegal dos diretórios não me surpreendeu. Esse rapaz (Romário) está sendo utilizado pelo grupo mais reacionário para destruir o que havia de esquerda no Rio.”
Retirado da presidência regional, o deputado Glauber Braga negou qualquer irregularidade sob sua gestão. Braga também duvida que Romário consiga se lançar à prefeitura por conta da indicação de Marcos Braz, ex-presidente do Flamengo, para a Secretaria de Esportes de Eduardo Paes (PMDB).
“Para quem está começando, ele está demonstrando ser um bom aprendiz de Eduardo Cunha (PMDB)”, provocou.
Desde que assumiu a presidência do PSB no Rio, o ex-jogador tem apresentado movimentos contraditórios sobre a prefeitura. Ao mesmo tempo que seus aliados garantem que ele não desistiu de concorrer em 2016 e que a medida tem a ver com seus planos, Romário sinalizou, em janeiro, apoio a Pedro Paulo (PMDB), secretário-executivo do governo de Paes.
Encontrei o PSB em queda livre
1)Por que houve intervenção nos municípios?
— Analisei as estatísticas e verifiquei que o patrimônio eleitoral do PSB está em queda livre. Há algo de muito errado aí. Uma resolução do ano passado autoriza a dissolução de diretórios que não tenham atingido 2% dos votos. No da cidade do Rio, foram constatadas irregularidades.
2) Tem a ver com as eleições de 2016?
— Tem a ver com um vigoroso processo de reorganização. As mudanças são para acabar com a farra. O partido agora é sério. Muita gente vai espernear porque estava se beneficiando de alguma irregularidade.
3) Por que tem administrado a sigla da Barra?
— Encontrei a sede em estado deplorável: aluguel atrasado seis meses, contas de luz, internet e telefone cortados por falta de pagamento; e funcionários sem salários. Por isso o local não é utilizado para reuniões. E, fato inédito, nossos horários de TV foram usados como forma de pagamento de dívidas com o TRE.
4) Por que deixaram Roberto Amaral de lado?
— O Amaral não pode falar em eleição democrática. Eles atropelaram os concorrentes. Ao contrário da gestão anterior, que sufocava e matava o partido, estou agindo dentro do estatuto. Se o Amaral está preocupado em perder o salário e o cargo que ocupa na Alerj sem trabalhar, ele pode ficar tranquilo, porque o salário dele vai continuar em dia. Até porque, está na cota do deputado.

40 mil professores cercam Palácio dos Bandeirantes e decidem manter greve

Cerca de 40 mil professores cercaram o Palácio dos Bandeirantes hoje (10) e decidiram manter greve, governador não aceitou receber docentes; Após a paralisação, docentes marcharam até a TV Globo para cobrar cobertura da greve

Por Redação - em São Paulo

Cerca de 40 mil professores paulistas decidiram em assembleia na tarde de hoje (10), em frente ao estádio do Morumbi, na zona sul de São Paulo, manter a greve iniciada no dia 13 de março. Eles marcharam até o Palácio dos Bandeirantes, para protocolar um pedido de reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para iniciar a negociação, mas não foram recebidos. Com isso, às 18h30, decidiram seguir em passeata até a sede da TV Globo, no Itaim Bibi, para reivindicar isenção da cobertura jornalística da emissora. A Apeoesp tem reclamado que os telejornais do grupo não têm dado destaque algum à greve, iniciada há quase um mês.
Desde o início da greve, os docentes só foram atendidos uma vez pelo governo paulista, no dia 30, na Secretaria da Educação. No entanto, a reunião com o secretário Herman Jacobus Cornelis Voorwald não apresentou nenhum avanço concreto. Os trabalhadores dizem que foram “orientados” a debater salário com o governador.
Voorwald teria apenas se comprometido a encaminhar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa de São Paulo acabando com a chamada duzentena – período de 200 dias em que o docente temporário é obrigado a ficar fora do sistema de ensino, para evitar a caracterização de vínculo trabalhista.

"O governo está inerte, numa posição de não apresentar nada", afirmou a presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel. A Apeoesp estima que 75% dos trabalhadores aderiram à paralisação. A próxima assembleia será na sexta-feira (17), na avenida Paulista.
Os professores reivindicam aumento salarial de 75,33%, em equiparação às demais categorias de nível superior, fim da “duzentena” e igualdade de direitos aos trabalhadores da categoria O. Também cobram a reabertura de salas de aula. Segundo o sindicato, a Secretaria da Educação fechou, neste ano, 3.390 classes, sendo 3.300 no ensino médio. Com isso, algumas salas de aula até 60 alunos no ensino regular, e 90 em turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA). E cerca de 20 mil professores perderam o emprego.
Ontem (9), os professores fecharam avenidas e rodovias paulistas em protesto contra a falta de diálogo do governador. Na capital, foram bloqueadas as avenidas Padre José Maria, na zona sul, Jacu-Pêssego, na zona leste, e Raimundo Pereira Magalhães, na zona noroeste. As rodovias Santos Dumont, Anhanguera, Bandeirantes, Rodoanel Mário Covas, Ayrton Senna, Régis Bittencourt, Anchieta e Raposo Tavares foram travadas com faixas e cartazes por cerca de uma hora cada. Também houve manifestações nas ruas de Bauru, Campinas e Sorocaba.



Após ser vaiado, Alckmin surta e diz que greve dos professores é patrocinada pelo PT

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin foi vaiado por um grupo de professores em evento no interior de São Paulo. No meio do evento, Alckmin surtou, atacou os professores e disse que a greve da categoria é patrocinada e comandada pelo PT e pela CUT e que não terá acordo com governo e ainda disse que o professor já ganha muito e não tem do que reclamar

Por Redação

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi vaiado por um grupo de pessoas que protestavam por reajustes nos salários dos professores no estado durante passagem por Saltinho (SP), na manhã deste sábado (25). 
Após ser vaiado e ser impedido de falar, o governador teve uma crise de surto e começou a gritar dizendo que a greve se trata de uma situação politica, um grupo comandado e patrocinado pelo PT e pela CUT e que não representa os professores de São Paulo.
Alckmin estava na cidade para assinatura de um repasse de recursos de um convênio que prevê perfuração de um poço de captação de água, já que Saltinho teve racionamento durante a crise hídrica. Durante a cerimônia na praça central do município, no entanto, cerca de 20 pessoas com cartazes gritavam críticas ao governador.


Ele disse que não terá acordo entre o governo e a classe trabalhadora, para ele os professores já ganham muito: "Nós pagamos um bônus de R$ 1 bilhão de bônus para os professores, merecidamente. O último reajuste foi em julho, há oito meses. Não tem trabalhador que tenha reajuste de oito em oito meses. Em julho (de 2015) vamos decidir, de acordo com o orçamento a possibilidade de novo reajuste, que será o máximo que pudermos fazer", afirmou.
Por fim, antes de deixar o palanque, Alckmin ainda atacou os professores em greve e disse que são patrocinados e comandados pelo PT e pela CUT: "É uma greve política, comandada pelo PT e pela CUT, fazendo depredação de patrimônio público, que é do povo de São Paulo. O Brasil está vivendo o maior atraso dos últimos anos, o ápice do corporativismo. Corporativismo exacerbado em detrimento do conjunto da população", declarou.


Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/04/apos-ser-vaiado-alckmin-surta-e-diz-que.html#ixzz3YWcjM1vM

IGREJA CATÓLICA PEDE PARA FIÉIS ASSINAREM LISTA DE APOIO AO PT

A igreja Nossa Senhora do Trabalho, Porto Alegre, atrai centenas de fiéis todas as noites, esta semana. -  


Os fiéis católicos que foram ontem à noite, sexta-feira, até a novena pela Festa da Nossa Senhora do Trabalho, que acontecerá no dia 1º de maio na zona norte de Porto Alegre, foram surpreendidos pelo anúncio feito dentro da igreja, a mando do padre Alcides José Viergutz, segundo o qual todos deveriam ir até o altar para assinar proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" na forma de um projeto de lei do PT.

Isto acontece em todas as igrejas do RS, mas o projeto não é apresentado aos fiéis, que assinam tudo em branco. 

A ordem é da Arquidiocese e vale para todas as igrejas católicas do RS.

A Paróquia Santuário Nossa Senhora do Trabalho fica na avenida Benno Mentz 1560, Vila Ipiranga, zona Norte.

O projeto do PT, apoiado pela CNBB, que nem foi mostrado aos fiéis da novena de ontem a noite, contempla ítens absolutamente contestáveis. (1) A proibição do financiamento de campanha por empresas, termo que apresenta um componente ideológico escandaloso, excluindo as empresas - representadas por seus proprietários - de se posicionarem em um plano da vida pública que é determinante para o exercício de suas atividades. (2) Eleições proporcionais em dois turnos, processo que, ao contrário da economia advogada no projeto, geraria um gasto monstruoso de recursos públicos. (3) Paridade de gênero, com o estabelecimento descabido do sexo - e não da competência e qualificação - como critério para pleitear o exercício de um mandato político. 

Mas o elemento que definitivamente compromete o apoio da CNBB à proposta de reforma política é o fortalecimento dos mecanismos de "democracia direta". Trata-se de uma forma de inserir a "sociedade civil" nas decisões que envolvem "questões de grande relevância nacional", colocando-a na elaboração e na condução de plebiscitos e referendos. Acontece que a "sociedade civil" será representada - não pelo cidadão comum -, mas por uma série de organizações e "movimentos sociais" como MST, CUT, UNE, CTB, UBM, CONTAG, ABONG, ou seja, quase todos aparelhos do PT e seus aliados. Estes grupos - que assinam a proposta de reforma política com a CNBB - serão inseridos nas instâncias decisórias da vida pública e eles irão definir quais são as "questões de grande relevância nacional". Grupos que contrariam frontalmente os princípios e orientações da Igreja Católica: disseminam a luta de classes; promovem atividades criminosas contra o patrimônio público e privado; estão comprometidos com a ideologia de gênero; exigem a legalização das drogas e a implantação definitiva do aborto.É, claramente, que o projeto maquia um consórcio para administrar as "questões de grande relevância nacional" e realizá-las.


Já existe forte movimento em Porto Alegre e em várias cidades brasileiras, pelo qual os fiéis da Igreja católica exigem que a CNBB volte atrás na sua aliança com a vanguarda do atraso da esquerda e seus aliados dos movimentos dos ressentidos sociais. 

GOVERNO FORNECERÁ SALARIO E HORMÔNIO FEMININO PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS

A iniciativa é da prefeitura de São Paulo, dirigida por Fernando Haddad (PT).
Um dos  sites oficiais do governo brasileiro (brasil.gov), destacou a iniciativa da prefeitura de São Paulo encabeçada pelo petista Fernando Haddad, na qual serão oferecidas bolsas-travestis no valor de(R$ 788) para travestis e transexuais, são cerca de 100 bolsas iniciais e estes serão matriculadas em cursos técnicos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
O site do governo federal enfatiza a iniciativa como sendo pioneira, não só no Brasil, mas na América Latina – “A medida é inédita no Brasil e na América do Sul”, diz a publicação.
Não para por aí, a prefeitura também fornecerá hormônios femininos para travestis na rede básica de saúde. Ou seja, o imposto do paulistano vai bancar tudo isso.
Segundo o Brasil.org, a prefeitura de São Paulo (diga-se o contribuinte) gastará cerca de R$ 2 milhões em 2015, mas poderá ser ainda maior o desembolso, já que há previsão de ampliar o programa no segundo semestre deste ano.

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